Casa do Povo de Monte Real

A crítica social, a sátira, a má língua e o veneno de uma EKIPS sempre muito bem disposta!!!

Quarta-feira, Março 21, 2007

Vamos a resumir o nosso torneio

Caros compatriotas venenosos, aqui me estreio na grande arte k e colocar post no nosso blog. E que melhor maneira de começar, com um resumo. Vamos la, desejem-me boa sorte, ainda sinto o nervoso miudinho nos dedos...
Pois foi, os grandes preparativos para o nosso torneio, eis o resumo.

Quinta-feira:
Dia para colocar as T-shirts nos sacos dos premios de participação, trabalho não muito duro, mas agradecemos a todos os atletas da colectividade que não compareceram, e claro, ao Romain, sim, porque este, depois do que fez, não pertence a colectividade. Enfim, la esteve João Cruz e Ricardo Serrano numa grande equipa de ENFIAR T-shirts em sacos, também compareceu á convocatoria Ramitxi( nova versão de Sergio Ramos), também compareceu David Oliveira, o nosso presidente, e a secção de seniores e juniores femininos apareceu toda. Quanto ao Paulo Magalhães e ao Antony deixaram o trabalho e dedicaram-se ao treino.

Sexta feira:
O nosso caro seccionista pediu para os atletas comparecerem na C.P.M.R. às 19h15, ou mais cedo, Quanto a mim cheguei às 19h20 e quanto a atletas como Romain Manso, nada, o paulo magalhães la apareceu no fim de colocar o ultimo separador ma carrinha, e lá arranca-mos.
Assim que chegamos a base ocorreram algumas revelações homosexuais entre alguns atletas da equips em relação a um/uma militar que fazia o seu humilde trabalho na porta de armas, mas passou-se. Chega-mos ao pavilhão ja estava la presente o nosso seccionista e o paulo XÓ, que ja detinham o recorde de ter mandado uma mesa a baixo, vindo a revelar-se mais tarde que o resultado final de mesas que cairam foi de 3 se não me falta a memoria.
E pronto, começamos a descarregar material, e como ja se torna tradição, assim que se entrou no pavilhão a chamada PUTALHADA da equips, começou logo a porrada e a fazer coisas sem interesse nenhum,lá se montando o pavilhão, entertanto chegou o Romain, quase no fim, quando o nosso Ramitxi começou a colocar o seu veneno, Romain começou com os seus cagagos e os seus fodagxes, enfim aquelas palavras de uma lingua que apenasNuno Silva percebe bem. La ia dizendo Romaim que se tinha de ir emboga pogque tinha jantague de anivgessaguio. Mais uma vês o escorregadio se escorregou a trabalhar... Pronto, ficou montado o pavilhão.

Sábado, dia derradeiro:
Chegamos ao pavilhão perto das 8h30, para dar os ultimos toques. Chega-se as 10h em ponto, o nosso presidente pega no microfone e, para nosso espanto, diz: o favor de abandonar as mesas e começa a chamar atletas. Logo a partir desse momento uma grande contestação a nivel do pavilhão, todos diziam, então mas nem bom dia, enfim, começa o torneio, todas as mesas tinham um atleta a arbitrar, mas avia uma vazia, a do romaim claro, que so apareceu fazia 12h passadas para jogar e arrepiar a primeira, dizem as cronicas que ainda estava bêbado, mas romaim, ate a Ersilia do milenium apitou mais jogos. Passou-se.
Depois disto vieram os muitos elogios aos nossos premios, todos os atletas referiram a originalidade, que estavam fantasticos, enfim toda a gente gostou menos uma pessoa, ja não me lembro quem foi, acho que é da secção até, enfim, não interessa. E pronto, o torneio realizou-se, correu tudo bem, ninguém se aleijou, o romaim ainda levou com a raquete do Maike no peito no fim de um set, graças a deus que este individuo tem altura acima da media, porque pelas minhas contas, ia dirigida a cabeça de uma pessoa normal.
E claro, no fim do torneio tem de se arrumar tudo, começou os normais gestos de afectividade entre os seniores e os juniores, com os constantes berros dos mais velhos a dizer que os mais velhos são os piores, enfim, tipico na secção mais animada do Inatel. La começamos a colocar tudo de volta nas carrinhas até ao momento em que o Romaim diz que tem de se ir emboga pogque têm um jantague, ai esta, o final catastrofico, Romaim, es sempre o mesmo.
E pronto, colocamos tudo nas carrinhas, com muito esforço la fomos descarregar o material na CPMR e um petisco final para o chamado o descanso do guerreiro, Romaim longe já a muito tempo claro, escorregou-se.
E aqui esta, ja tenho estreia nestas vidas. Para primeira vez não ficou mal penso eu.
Peço desculpa também pelos erros ortograficos, e os outros erros .

Saudações mesatenistas
João 3ªs Cruz

Quinta-feira, Março 08, 2007

"ao que a puta da idade nos obriga......."

PROCURA-SE!!!


Pede-se a quem encontrar o indivíduo da fotografia o favor de comunicar as autoridades. Telefonem para a GNR. Pode ser que lá o conheçam. À primeira vista este espécime pode não parecer perigoso, mas cuidado, existem algumas coisas que o podem enfurecer. Como podem verificar, a idade possui-o de tal forma, que agora até tem de usar alguns adereços mais carnavalescos para parecer mais velho. Eu acho é que ninguém o avisou que o Carnaval já passou. Oh Jau, já estamos perto da Páscoa. Espero é que não te vistas de coelhinho e comeces a dar ovos.

Quando o encontrarem não tentem enganá-lo, nem muito menos oferecer-lhe um "chouriço", porque podem activar-lhe a camada aziática que ele tem escondida no estômago. Quando esta se activa, começa aos pontapés a tudo o que aparece à frente. A única hipótese de torná-lo mais calmo é oferecer-lhe umas pastilhas. Ele não tem preferência de marca. Podem ser quaisquer umas.

Eu deixo um repto a todos os meus colegas de ekips. Rezem, mas rezem muito para exorcizar os demónios que possuem este nosso parceiro. Temos que libertá-lo e fazer com que ele volte àquilo que era.

Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007

CPwin: Apostas em que todos ganham... ou não!

Estou de volta a este prazer inebriante que é engendrar palavras e frases que consigam narrar circunstanciadamente o perfil da nossa ekips de ténis de mesa.

Depois desta entediante nota introdutória, sem absoluto interesse para os meus leitões (queria dizer leitores) vamos passar ao que realmente interessa. Será que quando eu escrevi leitões estaria a recordar-me de alguém...? Na... não deve ter sido.

A estória que se segue é mais um episódio recambulesco que se desenrolou no seio da nossa ekips de ténis de mesa. À boa maneira portuguesa, os nossos atletas tiveram a brilhante ideia de instituir as apostas por tudo e por nada. Como queremos tudo na legalidade, decidimos criar um concorrente à BWin e fundámos a CPwin (Casa de Apostas dos atletas da Casa do Povo de Monte Real).

E perguntam vocês qual é o sistema utilizado pela CPwin... Então? Não perguntam? Que se lixe, eu explico na mesma. A CPwin é um complexo sistema de apostas com valores a rondar os milhões... Ah, Não sei... Não é a rondar os milhões, mas é a rondar as minis e os jantares. Os atletas podem optar por apostar uma, duas, várias minis, ou passar a grandes volumes como grades ou jantares.

Deixo-vos com alguns exemplos para ser mais fácil para vocês, Euribores, assimilarem o processo:

Jorge Bandeirinha Vs Daniel Jaulino - Nesta partida, quem apostasse no Bandeirinha ganhava apenas 1 mini, quem apostasse no Daniel Jaulino, como as probabilidades de ganhar são menores ou quase nulas, dava logo para ganharem uma grade. Já se apostassem sobre a probabilidade de Jau arremessar a sua raqueta contra o público também ganhavam apenas 1 mini, porque as probabilidade são inúmeras.

João Cruz Vs Xico Gordalina - Apesar de ser um jogo equilibrado, vocês teriam mais chances de ganhar 3 minis se apostassem na vitória de Gordalina e caso fizessem uma aposta múltipla e jogassem na probabilidade de João pontapear violentamente separadores ou mesas, aumentavam o vosso pecúlio para 6 minis, ou seja, dobravam os ganhos.

Mas nem só em resultados de jogos podem apostar. Há quem resolva jogar também com as classificações do ranking. Nuno Silva, por exemplo, um jogador inveterado, aposta constantemente jantares na sua ida à selecção. O que vale é que ele apercebe-se que tem fracas possibilidades de isto acontecer e organiza tudo de maneira a que aquilo que perde seja doado a instituições de caridade... por exemplo, a Irmandade da Sagres, composta por Brunito e Serrano.

Existem dois jogadores de alto gabarito na nossa ekips: Sérgio Ramos e Romain Manso. Sérgio Ramos já está numa divisão acima no nível de apostas, jogando com valores mais elevados. Sempre que joga tem de ser com Médias. É como se dissesse: "Minis é para putos", ou "Eu tenho cara de miúdo, mas já sou muito bêbado". Já o Romain Manso é o jogador mais inteligente que eu já vi apostar. Faz milhares de apostas, sempre com valores a chegar à grade, mas depois consegue-se safar sempre. Já há quem lhe chame Manso "O Escorregadio".

No entanto, a aposta do ano foi feita entre Manso e Jau. Quem ficar à frente um do outro no ranking, paga o jantar a toda a secção. Calculo que Jau vá perder esta aposta, por duas razões: a primeira e a principal é porque joga menos e tem menos probabilidades de ficar à frente e em segundo lugar, porque está a defrontar Manso "O Escorregadio", que mesmo que perca acaba por ganhar, uma vez que não paga.

Quarta-feira, Janeiro 31, 2007

Aula de movimento técnico


Então antes mais aqui vai o meu mais sentido “Oi tudo bem? Tá-se!” para todos os meus colegas, adversários, treinadores, mirones, fãs, clientes, patrocinadores e TTM´s ( tarados do ténis de mesa).

Em virtude do meu colega Ricardo Serrano (jornalista de serviço da CPMR) se encontrar em blackout editorial, venho eu hoje aqui vos falar sobre um assunto técnico do ténis de mesa do qual eu tenho um profundo conhecimento.

O “ESVRIKE”

Como já é do conhecimento geral, as origens do ténis de mesa remontam à altura dos descobrimentos portugueses. Mais precisamente em 1521.
Pois é meus amigos, Fernão de Magalhães escreve numa das suas crónicas “Chegámos à ilha Cóconixa onde nos deparámos com um povo que tinha como desporto local o “ping-pelheque”. Eles praticavam o canibalismo e no fim da refeição jogavam o “ping-pelheque” utilizando a mesa onde comiam como campo de jogo e atiravam de um lado para o outro da mesa o olho da vítima usando como arma de arremesso os seus pratos imundos”.
Mas aula de história fica para outra altura.
No inicio do século 21 o ténis de mesa surge ligado aos sentidos mais profundos do ser humano. Onde cada vez mais as denominadas ciências exotéricas desempenham um papel fulcral.
Como resultado desta combinação de factores surgiu recentemente um movimento de ténis de mesa a que chama-mos o “ESVRIKE”.
O “ESVRIKE” é um gesto técnico que está entre o “top-spin” e o “lift” (ou seja, não é carne nem é peixe). É feito essencialmente na 1ª metade da mesa junto à rede no lado de fora de que ataca.
Para se fazer este gesto técnico é necessário muito, muito, muuuuiiitooo treino e concentração sensorial.
Para vos explicar como este movimento é feito terei de vos encaminhar numa ordem de pensamento.
Eu agora pergunto: Onde é que o jogador de ténis de mesa vai buscar energia para poder fazer um movimento de “ESVRIKE”?
Pois bem, a resposta mais obvia e acertada é: Á LUZ!!! Pois é meus amigos a LUZ.
Eu agora pergunto novamente: “Onde encontramos essa LUZ?
A resposta é: Nas lâmpadas!
Este tipo de movimento apela para uma emancipação do jogador de ténis de mesa que desta forma consegue desabrochar todo o seu potencial sensorial e motor.
Assim, para se efectuar tal movimento só é possível em espaços muito iluminados. Em Monte Real por exemplo já andamos a desenvolver esta técnica logo na formação onde os jovens treinam em ambiente bastante iluminado onde o tecto é baixo para que os atletas estejam mais próximos das lâmpadas. Os resultados começam-se a sentir.
Os seniores por questões orçamentais continuam a sentir dificuldades na sua execução, excepção feita para o Nuno Silva que consegue absorver alguma energia devido à sua altura.
Chamo a atenção para os dirigentes que se deveram acautelar para um acréscimo da factura da EDP.
Assim espero que vos tenha sensibilizado para uma questão que passa por um virar do ténis de mesa para as energias alternativas.

Para o Serrano:
Anda lá amigo, não sejas extremista. Quando falei contigo só foquei 1 ou 2 pontos onde te pedi alguma prudência nas tuas palavras! Peço-te, por favor que continues levando à máxima o que contextualizastes: "Os meus pais e muitos outros portugueses lutaram por um país em que fosse possível falar sobre o que quiséssemos (sempre com limites),..". Todos nós já sentimos a falta que nos faz começar a nossa 2ª feira de trabalho com um sorriso rasgado na nossa face! Anda lá CARAGO!!!

Terça-feira, Janeiro 23, 2007

A Sátira incompreendida


Desde há milhares de anos que a sátira, o mal dizer, o escárnio, a caricatura, ou mesmo a comédia, são uma forma criticar, fazer rir, caricaturar, brincar, troçar, gozar... com a sociedade e com tudo o que nos rodeia, através de palavras, gestos, ou desenhos. Apenas nos países em que ainda permanecem ditaduras não existe essa liberdade. Os meus pais e muitos outros portugueses lutaram por um país em que fosse possível falar sobre o que quisessemos (sempre com limites), sem que houvesse medo de represálias. Não quer comparar, como é óbvio, este blog, ao Gato Fedorento e à Contra Informação, mas posso dizer, que de uma forma mais pequena e privada, este blog tem o mesmo intuito. Por tudo isso, decidi escrever este post.

QUANDO EU DECIDI COMEÇAR ESTA PEQUENA BRINCADEIRA, FI-LO APENAS COM O INTUITO DE DAR MAIOR RELEVO À NOSSA ASSOCIAÇÃO E MOSTRAR QUE ESTAMOS VIRADOS PARA A MODERNIDADE. QUERIA BRINCAR E ESTIMULAR OS MEUS COLEGAS DE EQUIPA A UTILIZAR ESTE MEIO PARA QUE, POSTERIORMENTE, PUDÉSSEMOS, EM COJUNTO, COMENTAR E RIR-NOS COM AQUILO QUE CADA UM ESCREVEU.
A PARTIR DO ÚLTIMO SÁBADO, PEDIRAM-ME PARA EU NÃO ESCREVER SOBRE DETERMINADOS ASSUNTOS, QUE POSSAM OFENDER DETERMINADAS PESSOAS. COMO EU DISSE ANTERIORMENTE E VOLTO A REPETIR, EU ESCREVO NESTE POST APENAS PARA BRINCAR, CARICATURAR E SATIRIZAR COM A EQUIPA DA CASA DO POVO DE MONTE REAL E COM O MEIO MESATENÍSTICO NO QUAL NOS ENGLOBAMOS. CASO ALGUÉM SE SINTA OFENDIDO COM ALGUMA COISA QUE EU TENHA ESCRITO TEM TODO O DIREITO DE ME COMUNICAR, ASSIM COMO TEM O DIREITO DE RESPOSTA NESTE MESMO BLOG.
QUERO, PORÉM, SUBLINHAR QUE VOU CONTINUAR A ESCREVER O QUE BEM ME APETECE. QUERO TAMBÉM LAMENTAR QUE NEM TODA A GENTE CONSIGA RIR DE SI PRÓPRIO OU QUE NÃO SAIBA PERCEBER UMA BRINCADEIRA OU UMA SÁTIRA.